terça-feira, 8 de janeiro de 2013

O EXCLUSIVISMO CRISTÃO



No próximo dia 21 de Janeiro a Rede Globo, através de seu diretor para Relações Religiosas, Amauri Soares, estará promovendo um Ato pela Tolerância Religiosa. De acordo com a jornalista Mônica Bergamo da Folha de São Paulo, entidades umbandistas, hare krishnas, católicos, espíritas, budistas, wiccans, ciganos, seguidores do Santo Daime, judeus, muçulmanos, ateus e agnósticos já confirmaram sua presença. Padre Omar, que cuida do Cristo Redentor, fará show.

Em artigo anterior nós prometemos que daríamos uma resposta ao desafio representado pelo tal Ato de Tolerância Religiosa. Para entender melhor o que vamos escrever hoje é importante que nosso leitor se familiarize com o que escrevemos antes nos artigos abaixo:



Não temos dúvida que o sr. Amauri Soares é um homem muito inteligente e servidor de primeira qualidade de seu senhor. Imaginar um ato e nominá-lo “Ato pela Tolerância Religiosa”, sabendo que os cristãos verdadeiros são exclusivistas, nos faz ter plena certeza que tal plano foi urdido nas profundezas do inferno e será usado como desculpa para criticar e atacar os verdadeiros cristãos. Então antes que tal evento aconteça, aqui vai nossa resposta acerca do por que os cristãos são EXCLUSIVISTAS — isto é, nós acreditamos que apenas a Bíblia é a Palavra de Deus e somente aqueles que creem em Cristo, com exclusividade, serão de fato salvos.

Como a religião hoje, em grande parte por culpa dos próprios evangélicos, foi transformada em mero produto comercial é da maior importância que o consumidor espiritual adquira a religião correta. Se não proceder assim ele, certamente, estará correndo grandes riscos. E haja religião — pelo menos umas 10.000 no tempo presente — para se escolher. É nesse contexto que sempre surgem espertalhões como Amauri Soares, que adotam a fácil presunção “QUE TODAS AS RELIGIÕES E CRENÇAS DO MUNDO CONDUZEM A DEUS”. E em certa medida essa afirmativa é verdadeira. Todas as religiões irão conduzir seus seguidores até a presença de Deus para que ouçam a sentença condenatória ao fogo eterno no dia do Grande Juízo Final.

Mas, como cristãos, nosso desafio vai muito além de cruzar os braços e deixar o barco rolar. O que desejamos é compartilhar o verdadeiro caminho que pode conduzir todos, com segurança, até a presença de Deus.

I. Entendendo o Pluralismo Religioso.

 O pluralista religioso é um indivíduo que podemos definir da seguinte maneira: Alguém que acredita que todas as crenças produzem benefícios espirituais sadios. Por isso, ele acredita que qualquer religião será sempre uma boa escolha. Qualquer pessoa que adota essa postura de “consumidor” seja como praticante seja como mero simpatizante de qualquer religião que seja é, de fato, um pluralista religioso. Nesse momento é importante distinguirmos o genuíno pluralista religioso daquele outro individuo que segue várias religiões e que podemos chamar de “adorador de variedades religiosas”. Fazemos essa diferenciação, porque o “adorador de variedades religiosas é alguém que possui um conceito religioso definido, enquanto aquele que adota o pluralismo religioso não está, na prática, fazendo nenhum tipo de afirmação que possa ser considerada nem real e muito menos legal. Na verdade o pluralismo religioso é apenas uma teoria filosófica sobre religião.

II. A DIFERENÇA ENTRE UM PLURALISTA RELIGIOSO E UM EXCLUSIVISTA.

A diferença entre um pluralista e um exclusivista religioso pode ser facilmente caracterizada, pelas seguintes formas:

·       De acordo com pluralista religioso, qualquer religião — talvez todas as religiões, pois é difícil ele ter certeza absoluta de qualquer coisa que seja — conduz à Deus e à salvação. O simples ato de decidir seguir qualquer caminho religioso é suficiente para capacitar o indivíduo religioso a alcançar o alvo que estabeleceu para si mesmo.  A vasta maioria das pessoas no planeta Terra pensa desse modo. Os organizadores e participantes do Ato pela Tolerância Religiosa pensam, exatamente, desse modo. Como se trata de uma teoria apenas, então, qualquer produto oferecido no supermercado das religiões terá condições de satisfazer plenamente as necessidades do seu consumidor final. Pelo menos na teoria!

·       Já para o exclusivista, o pluralista religioso precisa ser alertado para o fato que apenas um produto, entre todos, é capaz de cumprir a prometida salvação eterna na presença de Deus. Para o exclusivista existe apenas uma fé — não se trata de religião e sim de um RELACIONAMENTO conforme Jesus afirmou em 

       João 17:3

    E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste

     Um RELACIONAMENTO minuto a minuto, hora a hora, dia a dia, semana a semana, mês a mês e ano a ano com Deus e com Jesus através da presença capacitadora do Espírito Santo na vida daquele que crê.

Se você está lendo com atenção o que estamos dizendo poderá perceber, com facilidade, que o exclusivismo não nega em absoluto, nenhum dos direitos e muito menos as afirmações feitas acima pelos pluralistas.

O exclusivista não nega nem rejeita, em qualquer instância que seja, o pleno direito ao exercício da liberdade religiosa, seja qual for a religião que estivermos tratando. Agora, por outro lado é da maior importância entender que o exclusivismo nega, com toda veemência, aquilo que estamos chamando de pluralismo religioso, porque o mesmo tende sempre a agregar outro aspecto que chamamos de “inclusivismo religioso”. É esse inclusivismo religioso que permite que o Ato pela Tolerância Religiosa exista e se transforme em uma gigantesca festa pagã sem VERDADE, sem JUSTIÇA DIVINA, sem SANTIDADE.

III. Aprendendo a Separar a Verdade da Questão que Trata de Salvação.

Quando falamos de salvação e de vida eterna é da maior importância que sempre saibamos a importância de separar e analisar em desse modo a questão relativa a VERDADE.

Qual, de todas as religiões disponíveis possui os ensinamentos que podemos considerar como verdadeiros? E quem será o juiz disso?

Jesus Disse: E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará - João 8:32

Não é nossa preocupação nem interesse, aqui e agora, analisar outras religiões — já temos nos dedicado a fazer isso em dezenas de artigos através do blog — e sim analisarmos exclusivamente a fé cristã.

A fé cristã, como já dissemos, não é uma religião nem está preocupada com práticas religiosas rotineiras. A fé cristã é um RELACIONAMENTO entre seres vivos e eternos. O conhecimento de Deus e de Jesus é o que adquire para nós, aquilo que chamamos de salvação. Ver João 17:3 acima. Quando falamos que, como cristãos verdadeiros, nós somos exclusivistas, nós estamos apenas afirmando o seguinte: os ensinamentos fundamentais da fé cristã — que nos foram concedidos através de revelação de Deus — são verdadeiros.

IV. Existe Alguma Religião que Pode nos Levar até Deus?


O exclusivismo defende a ideia verdadeira que apenas o RELACIONAMENTO com Deus e Jesus, que começa nessa vida poderá estender-se por toda a eternidade. Note as palavras de Jesus em João 17: A VIDA ETERNA É — agora no presente — ESTA. Jesus não diz a vida eterna será, poderá ser, terá que ser, MAS: A VIDA ETERNA É ESTA!

Tentando evitar essa questão tão crucial, os defensores do pluralismo religioso evitam falar da ETERNIDADE — que começa agora, nessa vida — e tentam nos enganar com a ideia de como a religião é, ou pode ser útil hoje. Dessa forma, eles conseguem dois objetivos simultaneamente: enfatizar a questão da salvação para hoje enquanto fogem da questão relativa a verdade que trata da eternidade.

Muitos crentes de forma voluntaria ou involuntariamente se deixam arrastar por essa mentira. O anseio por tolerância para com as outras pessoas que estão completamente erradas, além de evitar certa aparência de arrogância, acaba por tornar a questão da salvação muito atraente — tenho ouvido centenas de vezes de membros de minha própria congregação: pastor, não critique A ou B, pregue apenas o evangelho — enquanto a questão da verdade se torna incômoda e realmente um fardo para se carregar.

V. Por que o Ato pela Tolerância Religiosa Irá nos Acusar de Sermos Intolerantes?


Estou escrevendo isso antes que aconteça, porque esse é meu profundo sentimento quanto ao verdadeiro propósito da organização do tal ato. Eles querem nos isolar e com isso, nos enfraquecer como força contra as malfadadas políticas que em breve serão “vomitadas” sobre o povo brasileiro no que diz respeito ao aborto, eutanásia, infanticídio, direitos homossexuais e etc. A pergunta que nos farão será: que autoridade vocês têm para falar contra isso ou a favor disso uma vez que não passam de um grupo de intolerantes?

Muitos já têm nos tachado de intolerantes, alegando que o exclusivismo conduz o indivíduo à arrogância. Cansei de ouvir incrédulos me dizerem: “Tá bom, então a sua religião é a ÚNICA verdadeira”. Depois desse ato não será fácil manter uma posição a favor da VERDADE sem ser acusado, de forma taxativa, de ser cego, arrogante e exclusivista. Mas devemos deixar claro que não se trata nem de arrogância nem de intolerância da nossa parte. Trata-se apenas de uma questão de CONVICÇÃO. É obvio que certos falsos exclusivistas — como é o caso de muitos falsos pastores midiáticos — são, de fato, arrogantes e intolerantes, além de homofóbicos e contrários aos direitos das mulheres.

No entanto, o verdadeiro cristão é exclusivista por convicção e está sempre disposto ao diálogo. Nunca é violento nem deseja machucar ninguém. Como presbiteriano já disse da minha vergonha de saber dos assassinatos que foram cometidos nos passado por membros da minha igreja contra pessoas que discordavam ideologicamente deles, mas não representavam nenhuma ameaça física. Quando o exclusivismo gera arrogância no coração daí surgem os assassinatos e as técnicas de tortura e as estacas de fogo onde milhares perderam suas vidas nas mãos dos inquisidores católicos romanos. Isso tudo é INACEITÁVEL, mas não afeta a profundidade da questão central que estamos lidando aqui que trata da VERDADE.

Dessa forma podemos afirmar sem medo de errar, o seguinte: quanto mais próximos e apegados à verdade, mais tolerantes nos tornamos, pois refletimos de uma forma maior e melhor o caráter do próprio Jesus. A dificuldade que iremos enfrentar nos próximos dias e meses — depois do Ato pela Tolerância Religiosa — virá da parte daqueles críticos que irão dizer que: apenas porque temos convicções, então somos violentos. É o mesmo discurso dos ativistas gays: apenas porque citamos a Bíblia para reprová-los eles desejam que seja passada uma lei que coloque uma mordaça em nossas bocas. Quem está sendo realmente intolerante nessa questão? Nós queremos promover a verdade e eles querem nos amordaçar! Mas como nesse caso envolvendo os gays, não é nosso compromisso que nos torna violentos. O que alimenta a violência são os discursos inflamados de falsos pastores midiáticos que querem resolver as coisas “descendo o cacete”, “entrando de pau” e “funicando” os adversários.

Por outro lado podemos sempre afirmar que todas as vezes que a verdade é negada existe uma escalada na violência. Quando pessoas poderosas acreditam que estão acima da Lei, acima da verdade, então temos o exercício das maiores imoralidades e violências praticadas contra todos que desejam habitar com base nas leis e no bem comum.

Não devemos, portanto, nos cansar de anunciar as Boas Novas, mesmo que a VERDADE não seja popular nem seja o que as pessoas desejam ouvir. A Bíblia já nos advertiu acerca disso quando Jesus disse:

João 3:19

O julgamento é este: que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más.

VI. Avaliando o Pluralismo Religioso.


A grande atração religiosa do pluralismo religioso sobre o exclusivismo é a falsa impressão que o mesmo passa, de ser superior, mais abrangente, mais liberal e claro, mais tolerante.

Como o pluralismo consegue isso? Ele interpreta todas as religiões como sendo “verdadeiras” no que diz respeito aos resultados benéficos que produzem. Dessa forma o pluralismo transforma todas as religiões apenas em ficções úteis. Não existe VERDADE nelas. Como tentamos provar, e esperamos ter conseguido, o pluralismo não está interessado com a VERDADE e sim com a UTILIDADE das religiões. Daí ser possível a gigantesca reunião pagã programada para o dia 21 de Janeiro de 2013, sob o pomposo título de “Ato pela Tolerância Religiosa”.

Os pluralistas têm seu foco centrado na questão da salvação aqui e agora. Eles não estão de nenhum modo preocupados com a VERDADE e a ETERNIDADE. Isso pode ser demonstrado tentando responder uma simples pergunta: Como é Deus? Para o mulçumano deus é pessoal. Já para o budista ele é impessoal. Para alguns Deus é superar a ignorância humana (hinduísmo), para outros é superar as falhas morais (judaísmo). O homem é como ensina o bramanismo uma mera aparência da natureza ou ele se estaria completamente identificado com a própria natureza como ensina o budismo? Nada disso. Deus é ser pessoal e nos convida para um RELACIONAMENTO de amor com Ele mesmo e Jesus. Essas questões acerca da verdade são inevitáveis e cada um terá que responder diante de Deus a forma como tratou a revelação divina, especialmente, aquela que nos veio através do Filho de Deus, Jesus Cristo, o Único Salvador da Humanidade

Diante disso podemos dizer que a afirmação que todas as religiões estão certas, ainda que todas sejam literalmente falsas, gera muita tensão. É como um desconforto estomacal que, por não saber exatamente do que se trata, eu me sinto em dúvida se devo tomar apenas um antiácido ou iniciar um tratamento com quimioterapia. A questão está na VERDADE daquilo que me aflige: apenas um desconforto estomacal ou um câncer de estômago? É preciso conhecer a VERDADE.

VII. O Exclusivismo Cristão.


O exclusivismo cristão como defendido centenas de vezes através de centenas de artigos desse blog afirma, de modo inequívoco, que nenhum leitor irá encontrar verdadeira vida espiritual por meio da prática de alguma religião, seja ela qual for. Isso só é possível através do verdadeiro RELACIONAMENTO com Deus e com Jesus através do Espírito Santo.

A vasta maioria das religiões ensina que o homem pode e precisa se salvar a si mesmo através da busca de um equilíbrio, a seu favor, entre as coisas más e as boas que pratica. Esse é o motivo porque em, praticamente, todas as religiões, vemos pessoas tentando negociar com Deus. Nos dias de hoje de modo vergonhoso esse mercantilismo é comandado por igrejas que se chamam a si próprias de evangélicas. Pessoas ávidas por prosperidade, cura, emprego, casamento e etc., estão dispostas a fazer qualquer negócio com deus para alcançar o que desejam. Eu não duvido que muitos frequentadores dessas igrejas evangélicas estarão presentes no Ato pela Tolerância Religiosa, não porque querem apoiar o mesmo, nem porque desejam fazer evangelismo, mas porque acreditam que essa talvez seja mais uma ótima oportunidade de se conseguir algo de Deus como são os cultos do Silas, do Valdemiro, do Akiva, do Soares, do Jabes, do Estevam, do Valadão, do Macedo e etc. Pessoas mal formada na fé cristã e que estão sempre dispostas a acender uma vela para deus e outra para o demônio.

Essas pessoas nunca entenderam o que quer dizer RELACIONAMENTO de amor verdadeiro com Deus e Jesus Cristo. Desde o primeiro dia lhes foi dito que é preciso ofertar, dizimar (sic), fazer o último sacrifício para alcançara a bênção de Deus. Um ex seguidor dum famoso pregador neo-pentecostal ficou escandalizado e teve os olhos abertos ao ver o tal falso mestre oferecendo uma unção por R$ 1.000,00 que poderiam ser pagos à vista ou à prestação. Nunca entenderam a VERDADE em Jesus Cristo que supre todas nossas verdadeiras necessidades. Esses falsos crentes não estão se importando com Deus. Sua preocupação exclusiva é: o que Deus pode fazer por mim? Mas a fé cristã é uma fé baseada na graça de Deus e não em um contrato de qualquer espécie. Não existem barganhas com Deus.

Os verdadeiros crentes estão, por uma iniciativa de Deus, em uma ALIANÇA com o próprio Deus. O resultado dessa aliança é que começamos a desfrutar da comunhão com Deus nessa vida e esse RELACIONAMENTO se estende por toda a eternidade. O pluralismo religioso procura sempre deturpar esse conceito de ALIANÇA e substituí-lo por obras meritórias praticadas pelos seres humanos. Daí surge a poderosa ilusão que é possível o ser humano salvar-se a si mesmo, e isso faz com que todas as religiões sejam aceitáveis. Mas, elas não são aceitáveis diante de Deus. De fato muitas delas não passam de pura idolatria, de ações marcadas por blasfêmias contra Deus e atos vazios e sem significado.

O exclusivismo cristão e o pluralismo religioso são mutuamente excludentes. É impossível fazê-los conviver lado a lado. Por esse motivo o cristão verdadeiro não pode jamais participar de tal Ato pela Tolerância Religiosa, a menos que vá lá com o intuito de evangelizar, algo que entendemos ser altamente perigoso e pouco aconselhável.

O fato que insistimos na VERDADE não nos torna, necessariamente, em pessoas intolerantes. Queremos ter o direito de ter nossas convicções sem sofrer acusações manipuladoras, com pretende o sr. Amauri Soares e todos que o apóiam nesse vergonhoso, inútil e patético ato. Quais são seus argumentos? Vamos sentar e analisá-los juntos e também desejamos ter a mesma oportunidade para expor nossos argumentos. Nosso compromisso é com a VERDADE. Mas o sr. Amauri Soares com seu ato põe em prática a única coisa que ele conhece: a afirmação do mais forte pelo exercício do poder.

Apesar de denunciar com termos fortes o Ato pela Tolerância Religiosa, devemos deixar claro que não temos nada pessoal contra ninguém que pretende participar do mesmo. Queremos deixar evidente que não iremos nos organizar de nenhuma maneira para sabotar a realização do mesmo, mas não abrimos mão de criticar a evidente hipocrisia e inconsistência de tal Ato. Somos capazes de sentar e conversar com todos, porque nossa segurança procede de Deus que nos ama e cuida de nós. Não estamos, realmente, preocupados com o que outras religiões pensam a nosso respeito. Sentimo-nos plenamente consolados — fortalecidos — em Jesus que disse:

João 14:6

Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.

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Que Deus abençoe a todos.

Alexandros Meimaridis

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